A Fundação Pró-Memória (FPMI) foi concebida em 1984, no
bojo de um movimento de defesa do Casarão do Pau Preto, então ameaçado
de demolição. Desse núcleo inicial de organização civil nasceu a ideia
de uma fundação voltada para a preservação do patrimônio histórico da
cidade, criada como uma autarquia municipal em 1994.
Hoje a Fundação tem sua sede no Casarão do Pau Preto, que se
tornou parte do patrimônio público de Indaiatuba e transformou-se em um
centro cultural com a Biblioteca Pública, o Museu da cidade e
atividades culturais: oficinas, cursos, eventos e sala de inclusão
digital. Para ampliar a preservação de registros das memórias da
cidade, a Fundação Pró-Memória também abarca, desde a lei de sua
criação, o Sistema Municipal de Arquivos, gerido pelo Arquivo Público,
que recebe a custódia da documentação pública do município e acervos
particulares de interesse público. Em defesa do patrimônio histórico, a
FPMI conta também com o Conselho Municipal de Preservação do
Patrimônio.
Entre as atividades da FPMI estão a publicação sistemática de livros de
memórias e histórias sobre a cidade, eventos culturais, seminários e
cursos sobre patrimônio, políticas públicas, história e arquivística.
Realiza o Prêmio Nabor Pires de Camargo, em homenagem ao clarinetista
indaiatubano, cuja memória e obra são revividas a cada ano em um
concurso de música instrumental e uma semana de noites musicais.
Biblioteca
A Biblioteca Municipal Rui Barbosa está fechada por tempo indeterminado.
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